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Você já sentiu uma dor no corpo… que parecia ter vindo da alma?
Nosso corpo fala. E muitas vezes, ele grita o que a mente silencia e o coração não consegue expressar.
Ansiedade, mágoas, raiva, medo… tudo isso pode se manifestar como dores físicas, tensões ou até doenças recorrentes.
A cura começa quando olhamos para dentro com carinho.
Com amor, autocuidado e energia, podemos liberar esses pesos e restaurar o equilíbrio.




Você sente que seu relacionamento com sua mãe tem sido uma ferida aberta em sua vida?
A ausência dela, a frieza dela, o controle dela ou as críticas constantes dela machucaram você?
Você sentiu rejeição, abandono ou indiferença?
Essa dor não ficou na sua infância...
Tornaram-se padrões que você repete hoje na maneira como você ama, confia e valoriza a si mesma.
Mas você não precisa continuar vivendo sob a sombra dessa ferida.
Você pode curar. Você pode se libertar. Você pode reescrever sua história.
Você não atrai pessoas por acaso…
Atrai quem combina com as feridas que ainda vivem dentro de você.
Se relacionar com quem não está disponível…
Aceitar menos do que merece…
Se doar demais em troca de migalhas…
Nada disso é culpa sua.
É apenas o seu inconsciente tentando repetir o que aprendeu sobre o amor lá na infância.
A boa notícia?
Padrões emocionais podem ser reprogramados.
E amor com presença, verdade e segurança pode ser aprendido.


O que você ainda carrega dentro de si, mas já sabe, no fundo, que deveria ter deixado para trás?
É natural se apegar ao passado — às memórias boas e também às dolorosas. Mas chega um momento em que é preciso se perguntar: isso ainda faz sentido na minha vida?
As lembranças negativas costumam pesar mais, não porque são mais fortes, mas porque você, muitas vezes sem perceber, escolhe revivê-las.
Quanto mais tempo você segura essas lembranças, mais intensas elas se tornam. A dor não diminui com o tempo se você insiste em mantê-la viva dentro de si.
O que passou, passou. Não foi sua escolha ter enfrentado esse problema. Contudo, é sua escolha relembrá-lo todos os dias. Você não pode mudar o passado, mas tem o poder de não permitir que ele impacte o seu presente e, consequentemente, o seu futuro.
Muitas vezes, só percebemos que perdemos a autoestima quando já parece tarde demais... Mas esse vazio não surge de um dia para o outro. Ele vai se formando nos detalhes — quando você para de se escutar, de se respeitar, de se priorizar.
Autoestima não é sobre se sentir bem todos os dias. É sobre não se abandonar. É saber dizer “isso não me serve mais”, mesmo que doa. É conseguir se olhar com honestidade, mas também com gentileza. É aprender a sustentar quem você é, mesmo que os outros tentem moldá-la a um padrão que consideram o certo.
Ninguém é perfeito. Somos seres em evolução, em busca da nossa melhor versão. E, nesse caminho, é essencial que aprendamos a gostar de nós mesmos durante o processo. É fundamental reconhecer o que já foi conquistado, valorizar as escolhas conscientes e se aplaudir pelas pequenas vitórias. Porque a autoestima também se constrói assim: passo a passo, com amor, presença e verdade.
